quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Cimento Portland de Alto Forno - cimento ecológico
O consumo apreciável de energia durante o processo de fabricação de cimento motivou mundialmente a busca, pelo setor, de medidas para diminuição do consumo energético. Uma das alternativas de sucesso foi o uso de escórias granuladas de alto-forno e materiais pozolânicos na composição dos chamados cimentos portland de alto-forno e pozolânicos, respectivamente. Nos dias atuais cerca de 18% de todo o cimento consumido no Brasil é do tipo CP III e a tendência futura é que esse percentual, tanto para o CP III, com cerca de 18% e para o CP IV, com cerca de 12%, cresçam ano a ano, pois além das características especiais e o uso para toda e qualquer obra, ambos são cimentos ecologicamente corretos, pelo menor uso de clínquer e, consequentemente, menor emissão de CO2 e preservação das jazidas. Conheça agora o cimento ecológico. CP III:
CP III-32 - Cimento Portland de Alto Forno (NBR 5735)
Apresenta maior impermeabilidade e durabilidade, além de baixo calor de hidratação, assim como alta resistência à expansão devido à reação álcali-agregado, além de ser resistente a sulfatos. É um cimento que pode ter aplicação geral em argamassas de assentamento, revestimento, argamassa armada, de concreto simples, armado, protendido, projetado, rolado, magro e outras. Mas é particularmente vantajoso em obras de concreto-massa, tais como barragens, peças de grandes dimensões, fundações de máquinas, pilares, obras em ambientes agressivos, tubos e canaletas para condução de líquidos agressivos, esgotos e efluentes industriais, concretos com agregados reativos, pilares de pontes ou obras submersas, pavimentação de estradas e pistas de aeroportos. Comporta adições de 35 a 70% de Escória e até 5% de material cabornático. Sendo o cimento mais ecológico de todos os cimentos produzidos no Brasil. Pois além da preservação das jazidas naturais e pelo menor lançamento de CO2 na atmosfera, aproveita o rejeito das siderúrgicas, a escória.
fonte http://www.cimento.org/index.php?option=com_content&view=article&id=99&Itemid=152
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Tijolo ecológico feito de resíduos de obras
by ALEXANDRE
in SISTEMAS CONSTRUTIVOS
Atualmente os resíduos gerados por demolição de obras são descartados de forma descriminada, já que não há uma destinação correta ou reciclagem do material, provocando um grande impacto ambiental.
A necessidade de criar um tijolo ecológico que agrega-se em seu composto materiais descartados em obra, como tijolo, concreto, reboco, pisos, entre outros, possibilita uma reciclagem segura, um material com grande impacto visual e diminuição de danos ao meio ambiente.
O tijolo ecológico feitos de resíduos de obras são um composto de cimento, resíduos e água, esta combinação descarta a necessidade de acrescentar terra em seu composto, tornando-o um produto com quase 80 a 90% feito de resíduos.
Muito se fala em desenvolvimento sustentável, mas a aplicação de práticas de reciclagem de materiais da construção civil é um exemplo de como agregar ao produto o selo de ecologicamente correto.
Para isso empresas como a Ecotijolo e Ecomaquinas, realizam pesquisas no desenvolvimento de novas tecnologias de aproveitamento de materiais das mais variadas formas, e procurando a redução do impacto da construção de casas e prédios no meio ambiente.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Esta no ar novo site
domingo, 15 de janeiro de 2012
Conheça as vantagens do tijolo ecológico www.imovelbrasil.net
www.imovelbrasil.net
Vários fatores fazem uma construção ser mais sustentável, desde a hora do planejamento até a construção, a escolha de produtos e serviços mais sustentáveis são importantes para o processo. Além disso, deve-se pensar em como a casa se comportará nos anos seguintes.
Uma das opções para construções é o tijolo ecológico, que utiliza um sistema de produção mais sustentável ainda na fábrica e permite várias vantagens para o usuário, como o isolamento térmico e acústico, além de obras mais limpas. Os tijolos ecológicos são produzidos de maneira diferente dos tradicionais. O processo inicia com a peneiração da terra. Em seguida, é feito a mistura do solo, cimento e água no misturador. Depois de pronta, a mistura segue para a prensa hidráulica. São 6 toneladas de pressão que transformam a massa em tijolos ecológicos. Na sequência, os tijolos passam pelo processo de hidrocura, ou seja, são curados com água durante quatro dias até adquirirem a resistência adequada. Então, esse tipo de tijolo não é cozido em fornos, deixando de utilizar lenha e de emitir gases do efeito estufa.
Há muitas as vantagens da troca do tijolo convencional pelo tijolo ecológico. Ele diminui o tempo de construção (devido aos encaixes, que favorecem o alinhamento e prumo da parede) e deixa a estrutura mais segura: como as colunas são embutidas nos furos, a carga de peso é mais bem distribuída. Além disso, há redução no uso de madeiras nas caixarias dos pilares e vigas.
Com a utilização do tijolo ecológico, consegue-se atingir uma economia de 70% do concreto e argamassa de assentamento e de 50% de ferro. Ele possui maior durabilidade, podendo ser até seis vezes mais resistente que os convencionais. É de fácil acabamento, já que pode ser utilizado apenas com um impermeabilizante, podendo dispensar o uso de tintas e outros acabamentos. O assentamento dos azulejos também pode ser feito diretamente sobre os tijolos.
O material proporciona isolamento térmico e acústico, gerados pelos furos no meio dos tijolos, que formam câmaras de ar e as instalações hidráulicas e elétricas podem ser realizadas através dos furos.
Fonte (adaptado): http://www.imovelbrasil.net/noticias/Construcao/212-Conheca-as-vantagens-do-tijolo-ecologico.html
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
SOLO CIMENTO (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND)
http://www.abcp.org.br/conteudo/wp-content/uploads/2009/12/solo_cimento_21.jpgO solo-cimento é o material resultante da mistura homogênea, compactada e curada de solo, cimento e água em proporções adequadas. O produto resultante deste processo é um material com boa resistência à compressão, bom índice de impermeabilidade, baixo índice de retração volumétrica e boa durabilidade. O solo é o componente mais utilizado para a obtenção do solo-cimento. O cimento entra em uma quantidade que varia de 5% a 10% do peso do solo, o suficiente para estabilizá-lo e conferir as propriedades de resistência desejadas para o composto.
Praticamente qualquer tipo de solo pode ser utilizado, entretanto os solos mais apropriados são os que possuem teor de areia entre 45% e 50%. Somente os solos que contêm matéria orgânica em sua composição (solo de cor preta) não podem ser utilizados. O solo a ser utilizado na mistura pode ser extraído do próprio local da obra.
Solo-cimento na habitação
Em habitação, o solo-cimento pode ser utilizado segundo dois processos construtivos: o de paredes monolíticas e o da produção de tijolos ou blocos prensados. A escolha da técnica a ser utilizada depende das características de cada obra em particular. A sua principal aplicação é na construção de paredes, mas pode ainda ser utilizado na construção de fundações, passeios e contrapisos. Fonte: Projeto Habitar
Solo-cimento na pavimentação
Os pavimentos com base ou sub-base de solo-cimento são empregados no Brasil desde 1939, quando foi construída a estrada Caxambu-Areias, em empreendimento no qual a ABCP juntou-se ao DNER. Desde então, foram executados no país mais de 25.000 km com essa solução, um marco mundial. Mistura homogênea compactada, curada e endurecida de solo, cimento e água, pode empregar solos do próprio leito da futura base, misturados no local com equipamento pulvimisturador, ou usar solos selecionados, de jazida, misturados em usina central ou no próprio campo. O baixo custo inicial e a alta durabilidade são dois pontos fortes dessa alternativa. É indicado como base e sub-base de pavimentos flexíveis e de peças pré-moldadas de concreto e também sub-base de pavimentos de concreto. No campo rodoviário, serve também como contenção de encostas. Fonte: ABCP
Fonte: http://www.abcp.org.br/conteudo/basico-sobre-cimento/aplicacoes/solo-cimento (Associação Brasileira de Cimento Portland)
sábado, 10 de dezembro de 2011
Estudo aponta por que as empresas vão à falência
Saber o que pode dar errado na gestão do próprio negócio é tão importante quanto saber o que dá certo. Estudos realizados pelo Sebrae em São Paulo apontam a ausência de comportamento empreendedor e a falta de planejamento como os principais motivos que levam empresas brasileiras a fecharem as portas antes da hora. Segundo pesquisa realizada junto aos dados da Junta Comercial do Estado de São Paulo, 2.603.233 empresas foram abertas no estado de 1990 a 2008, mas 1.650.953 delas fecharam as portas antes de completarem 5 anos no mercado.
Deficiências
O que os especialistas do Sebrae concluiram é que não é possível atribuir um único fator à mortalidade das empresas. Em geral, as falências são consequência de um conjunto de problemas ou falhas na administração. Seis fatores foram identificados como as principais causas do fechamento prematuro de empresas:
1 - Ausência de comportamento empreendedor;
2 - Ausência de um planejamento prévio adequado;
3 - Deficiências no processo de gestão empresarial;
4 - Insuficiência de políticas públicas de apoio aos pequenos negócios;
5 - Dificuldades decorrentes da conjuntura econômica;
6 - O impacto de problemas pessoais sobre o negócio.
A pesquisa também trouxe uma boa notícia. O ambiente econômico está favorável em 2011 para a realização de novos negócios, por causa do controle da inflação e do crescimento da economia verificados no período.
fonte http://blogdosempreendedores.com.br/2011/01/07/estudo-aponta-por-que-as-empresas-vao-a-falencia/
domingo, 4 de dezembro de 2011
Relação completa de documentos exigidos no programa minha casa minha vida
Relação completa de documentos exigidos no programa minha casa minha vida
- Prova de estado civil:
- Solteiro(a): Certidão de nascimento atualizada;
- Casado(a): Certidão de casamento;
- Divorciado(a)/separado(a): Certidão de casamento averbada;
- Carteira de identidade
- CPF
- Comprovante de renda: os 3 últimos holerites
- Carteira de trabalho
- Identificação – frente e verso;
- Contratos de trabalho;
- Opção pelo FGTS;
- Comprovante de residência atualizado
- Declaração de imposto de renda atual
- Último comprovante de pagamento de água, luz, telefone, etc…
- Extrato dos 3 últimos meses de contas em outros bancos
- Pagamento da tarifa
- Prova de estado civil
- Carteira de identidade
- CPF
- Comprovante de residência
- Conta na caixa
- Opção de compra e venda: Modelo da caixa econômica federal
- Matrícula do imóvel contendo: registro atual, ações reais e pessoais reipersecutórias)
- Certidão de logradouro: prefeitura
- Projeto completo (aprovado)
- Alvará de construção
- ART (arquitetônico, execução e complementares)
- Matricula da obra no INSS: para obras acima de 69,99 m²
- Cronograma físico financeiro: modelo da caixa
- Memorial descritivo e especificações técnicas: modelo da caixa
- Orçamento discriminativo: modelo da caixa
- Declaração de esgoto e elétrica
- Comprovante de estado civil
- Carteira de identidade (original e cópia)
- CPF (original e cópia)
- Carteira do CREA (original e cópia)
Fonte: http://www.monteseuprojeto.com.br/relacao-completa-de-documentos-exigidos-no-programa-minha-casa-minha-vida/comment-page-1/#comment-252