terça-feira, 3 de julho de 2012

Itaquiraí aprova investimentos em habitação e construção de casas ecológicas

Noticia de: 26 de Junho de 2012 - 13:11 Itaquiraí aprova investimentos em habitação e construção de casas ecológicas Para construção das 133 unidades habitacionais o governo do Estado investiu quase R$ 1,1 milhão Os investimentos do setor habitacional feitos pelo governo do Estado, na construção de moradias populares, foram ressaltados pela prefeita de Itaquiraí, Sandra Cassone, durante assinatura de Termos de Acordo e Compromisso (TAC), que beneficiou 53 municípios com a construção de 2.197 unidades habitacionais, realizado nesta segunda-feira (26) pelo governador André Puccinelli. Dentre os projetos destacados pela prefeita Sandra está a construção de moradias ecológicas no município de Itaquiraí, o primeiro no Estado a receber este tipo de construção. As primeiras 53 moradias começaram a ser entregues em julho de 2010 e em dezembro do mesmo ano foram entregues mais 81 unidades habitacionais, marcando o pioneirismo do projeto, que ao todo garantiu 133 casas no Bairro Jardim Nova Esperança. Para construção das 133 unidades habitacionais o governo do Estado investiu quase R$ 1,1 milhão. As unidades ainda tiveram o investimento do governo federal através de Programa de Subsídio a Habitação de Interesse Social (PSH), com o montante de R$ 931 mil. No total foram necessários R$ R$ 2.018.940,00 para a edificação do empreendimento, um custo de R$ 15.180,00 por unidade habitacional. A prefeita descreveu as moradias como harmônicas, aconchegantes e mais bonitas. “Este foi um dos projetos mais bonitos que construímos em Itaquiraí e é uma saída para a questão da sustentabilidade, torço para que o governo invista mais neste tipo de moradia”, ressalta Sandra Cassone. Ecologicamente correto As casas ecológicas possuem área de 32 metros quadrados divididos em dois quartos, sala, cozinha e banheiro. O conjunto de casas populares do Bairro Nova Esperança é o primeiro de Mato Grosso do Sul, construído com tijolos ecológicos que são feitos com solo e cimento e secam ao sol, não precisando ser queimados, como os convencionais. Os tijolos ecológicos utilizados na construção das casas, além de preservarem o meio ambiente, deixam as moradias mais frescas durante o verão e mais quentes durante o inverno, pois são vazados, o que torna a troca de temperatura mais lenta. Os tijolos são assentados com argamassa, gerando economia de 20 a 30%, por terem menor custo e renderem mais que o cimento. A casa não precisa de reboco, nem de pintura e a estrutura elétrica e hidráulica passa por dentro do tijolo (que é vazado), não sendo necessário quebrar parede para receber a fiação. Outro diferencial na construção das moradias em Itaquiraí foi a utilização da mão de obra feminina. “O tijolo aparente requer um acabamento impecável e para isso as mulheres são mais detalhistas e mais precisas, por isso esta etapa foi toda feita por elas”, conta a prefeita Sandra.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Lei que dispõe sobre o Programa de Incentivo de uso de Tijolos Ecológico em Sorocaba 09

Lei que dispõe sobre o Programa de Incentivo de uso de Tijolos Ecológico em Sorocaba
09
quarta-feira
mai 2012

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De olho nas leis municipais
LEI Nº 10.075, DE 3 DE MAIO DE 2012.

INSTITUI NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE SOROCABA, O PROGRAMA DE INCENTIVO DE USO DE TIJOLO ECOLÓGICO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.





Projeto de Lei nº 383/2011 – autoria do Vereador LUIS SANTOS PEREIRA FILHO.

A Câmara Municipal de Sorocaba decreta e eu promulgo a seguinte Lei:

Art. 1º Fica instituído, no âmbito do Município de Sorocaba, o Programa Municipal de Incentivo ao uso de Tijolo Ecológico.

Parágrafo Único – Considera-se “tijolo ecológico” o tijolo destinado ao uso na construção civil cuja fabricação empregue matérias primas diversas das tradicionais, tenha custo final mais barato para o consumidor em decorrência da utilização de solo, cimento, cal, resíduos de pedreira ou pó-de-pedra, entulhos oriundos de demolições e construções e resíduos industriais, siderúrgicos e petroquímicos, exija exclusivamente água para endurecer e prescinda de cozimento em fornos, sendo o produto final auto encaixável e capaz de permitir a dispensa de acabamento.




Pessoal do Grupo solo cimento, para ver a lei na íntegra entrem no site abaixo:




http://nave.wordpress.com/2012/05/09/lei-que-dispoe-sobre-o-programa-de-incentivo-de-uso-de-tijolos-ecologico-em-sorocaba/

terça-feira, 1 de maio de 2012

Mato Grosso institui lei de incentivo ao uso do tijolo ecológico Fonte: Só Notícias com assessoria

Mato Grosso institui lei de incentivo ao uso do tijolo ecológico Fonte: Só Notícias com assessoria A produção e comercialização do tijolo ecológico serão intensificadas em Mato Grosso. Amparado pela Lei 9.696, sancionada em março deste ano, o programa vai conscientizar a população sobre os benefícios que o tijolo ecológico proporciona ao meio ambiente e ao empreendimento construído com esse tipo de material, a um custo bem mais acessível ao consumidor. A preparação do produto dispensa a utilização de fornos, conforme o método tradicional, é autoencaixável e não precisa de acabamento. "Essa lei dispõe sobre normas que visem o incentivo e a política de fomento à produção e comercialização do tijolo ecológico em Mato Grosso", destaca o autor da lei e presidente da Assembleia Legislativa, José Riva (PSD). Informa que entre os objetivos estão ações necessárias à preservação do meio ambiente, como a redução da poluição atmosférica e conscientização da população sobre as vantagens econômicas e estruturais, além de contribuir com o aumento da oferta de moradias populares de qualidade e baixo custo. O programa engloba, ainda, a redução do material descartado nos aterros de resíduos oriundos da construção civil, pelo reaproveitamento desse entulho. E a preferência pela utilização desse tijolo nas obras públicas estaduais, adotando como critério para desempate nas licitações. Por meio dessa normatização, o Governo do Estado vai fomentar a cadeia produtiva propiciando a sustentabilidade ambiental, social e econômica. Integração dos poderes públicos, através de seus agentes, para financiar os produtores, construtores e consumidores, consolidando o programa. Para isso, o Poder Público deverá estabelecer os padrões mínimos aceitáveis relativos à qualidade do tijolo ecológico e os critérios para a utilização nas edificações e política habitacional.

segunda-feira, 26 de março de 2012

CETESB constrói com Tijolos Ecológicos

CETESB constrói com Tijolos Ecológicos



A Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo, está construindo em sua sede em São Paulo na Av. Frederico Hermann, 345 Pinheiros galpões para fins recicláveis e está utilizando os tijolos ecológicos de solo cimento.




Coerente com o meio ambiente e sua preservação, a CETESB acredita na redução de custo, beleza e respeito que o sistema solo cimento proporciona à construção.




CETESB e TIJOLO ECOLÓGICO, parceiros na preservação ambiental.


Uma questão de coerência.




Veja os projetos em auto CAD pelo link: http://www.monteirotijolos.com/index-noticias-cetesb.htm

quinta-feira, 15 de março de 2012

Estado do RJ decreta uso de tijolos ecológicos

Estado do RJ decreta uso de tijolos ecológicos

Em todo o Estado, projetos habitacionais terão que prever construções que utilizem tijolos ecológicos.


Janeiro publicou (11, julho, 2011), a sanção do governador Sergio Cabral ao decreto da Assembléia Legislativa, criando o Programa de Uso do Tijolo Ecológico e oficializando a adoção do mesmo na elaboração de projetos habitacionais, em todo o território do estado.

A lei, de número 6006, sancionada em 08 de julho (2011), considera o tijolo tipo ecológico aquele que possui em seu processo de fabricação a mistura de pó-de-pedra, cimento e cal, e que, prensado a 12 mil quilos, necessita apenas de água para endurecer, dispensando a utilização de forno para aquecimento.

Dentre outras características, o tijolo do tipo ecológico é auto-encaixável, com dois furos no meio, o que suprime a necessidade de quebrar a parede para fazer instalação elétrica e hidráulica.

A lei ainda será regulamentada. Já é certo que o Poder Executivo desenvolverá campanha de incentivo ao uso de tijolos ecológicos e reaproveitamento de entulhos, oriundos de demolições e construções, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro.


Fonte: http://www2.imovelweb.com.br/noticias/mercado-imobiliario/Estado-do-RJ-decreta-uso-de-tijolos-ecologicos-b.aspx

segunda-feira, 5 de março de 2012

É muito difícil dizer ao certo em qual local e especificamente em qual data as construções com terra surgiram para a humanidade. Como a fala, a escrita e ou as primeiras embarcações, a construção com terra, surgiu de uma necessidade básica do ser humano, assim por ser tão antiga, o traçado histórico por vezes fica incerto.
As mais antigas nos remetem a região da Mesopotâmia e ao antigo Egito. Apesar de ser um material comum a maioria dos locais do planeta, esta região possui duas características peculiares, que, facilmente, nos coloca próximo às primeiras edificações com terra.
A primeira característica indispensável a uma excelente construção com barro é a presença de rios na qual o processo geológico de milhares de anos, possa ter propiciado a sedimentação de material para a formação da argila.
A segunda, como já dito, é a presença natural de um clima seco, onde o rendimento de conforto, para os ambientes internos são melhores e mais facilmente notados com as construções de barro.
Praticamente todas as antigas civilizações trabalharam inicialmente suas edificações com a terra. Os sumérios, assírios e babilônios construíam os zigurates (templo em formato de pirâmide), os egípcios possuíam as mastabas (túmulos também em forma piramidal) e, posteriormente, recorreram a construções de pedra.
A muralha da China foi inicialmente construída com paliçadas de madeira e barro, talvez seja a mais antiga edificação de taipa ainda existente. Só posteriormente foi recoberta com pedras para adquirir sua atual composição.
Na América, muito antes de ser colonizada pelos europeus, muitas tribos pré-colombianas já utilizavam a terra para construção. Os astecas inicialmente construíram a pirâmide do deus sol com toneladas de terra batida. Com a evolução da sociedade, pedras acabaram por recobrir este monumento.
No Brasil, quando os portugueses aqui chegaram, encontraram tribos que ainda desconheciam a construção com barro. Trouxeram além das noções cartesianas, o adobe, o pau-a-pique e a taipa de pilão.
Cidades como Ouro Preto, Diamantina e Paraty têm em comum quatro séculos de história que testemunham o uso intensivo da taipa-de-pilão, do adobe, e da taipa-de-sopapo ou pau-a-pique. O solo não é de modo algum um material estranho à nossa herança cultural. Pelo contrário, estas cidades atestam ainda hoje todas as possibilidades destas técnicas.
Os métodos de construção utilizando solo foram intensamente utilizados até 1845, quando surgiu um novo material, o cimento Portlant. A partir de meados do século XIX, o solo começou a ser visto como material de segunda categoria e passou a ser utilizado, quase que exclusivamente, nas áreas rurais.
fonte: http://tijoloecologico.blogspot.com/p/historico-das-construcoes-com-solo.html

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Cimento Portland de Alto Forno - cimento ecológico

CP III-32 - Cimento Portland de Alto Forno - cimento ecológico



O consumo apreciável de energia durante o processo de fabricação de cimento motivou mundialmente a busca, pelo setor, de medidas para diminuição do consumo energético. Uma das alternativas de sucesso foi o uso de escórias granuladas de alto-forno e materiais pozolânicos na composição dos chamados cimentos portland de alto-forno e pozolânicos, respectivamente. Nos dias atuais cerca de 18% de todo o cimento consumido no Brasil é do tipo CP III e a tendência futura é que esse percentual, tanto para o CP III, com cerca de 18% e para o CP IV, com cerca de 12%, cresçam ano a ano, pois além das características especiais e o uso para toda e qualquer obra, ambos são cimentos ecologicamente corretos, pelo menor uso de clínquer e, consequentemente, menor emissão de CO2 e preservação das jazidas. Conheça agora o cimento ecológico. CP III:





CP III-32 - Cimento Portland de Alto Forno (NBR 5735)

Apresenta maior impermeabilidade e durabilidade, além de baixo calor de hidratação, assim como alta resistência à expansão devido à reação álcali-agregado, além de ser resistente a sulfatos. É um cimento que pode ter aplicação geral em argamassas de assentamento, revestimento, argamassa armada, de concreto simples, armado, protendido, projetado, rolado, magro e outras. Mas é particularmente vantajoso em obras de concreto-massa, tais como barragens, peças de grandes dimensões, fundações de máquinas, pilares, obras em ambientes agressivos, tubos e canaletas para condução de líquidos agressivos, esgotos e efluentes industriais, concretos com agregados reativos, pilares de pontes ou obras submersas, pavimentação de estradas e pistas de aeroportos. Comporta adições de 35 a 70% de Escória e até 5% de material cabornático. Sendo o cimento mais ecológico de todos os cimentos produzidos no Brasil. Pois além da preservação das jazidas naturais e pelo menor lançamento de CO2 na atmosfera, aproveita o rejeito das siderúrgicas, a escória.




fonte http://www.cimento.org/index.php?option=com_content&view=article&id=99&Itemid=152

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Tijolo ecológico feito de resíduos de obras

Tijolo ecológico feito de resíduos de obras

by ALEXANDRE

in SISTEMAS CONSTRUTIVOS

Atualmente os resíduos gerados por demolição de obras são descartados de forma descriminada, já que não há uma destinação correta ou reciclagem do material, provocando um grande impacto ambiental.

A necessidade de criar um tijolo ecológico que agrega-se em seu composto materiais descartados em obra, como tijolo, concreto, reboco, pisos, entre outros, possibilita uma reciclagem segura, um material com grande impacto visual e diminuição de danos ao meio ambiente.

O tijolo ecológico feitos de resíduos de obras são um composto de cimento, resíduos e água, esta combinação descarta a necessidade de acrescentar terra em seu composto, tornando-o um produto com quase 80 a 90% feito de resíduos.



Muito se fala em desenvolvimento sustentável, mas a aplicação de práticas de reciclagem de materiais da construção civil é um exemplo de como agregar ao produto o selo de ecologicamente correto.

Para isso empresas como a Ecotijolo e Ecomaquinas, realizam pesquisas no desenvolvimento de novas tecnologias de aproveitamento de materiais das mais variadas formas, e procurando a redução do impacto da construção de casas e prédios no meio ambiente.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Esta no ar novo site

Está no ar o novo site www.tijoleko.com.br . Ainda faltam correções mas convido vcs a visitarem e opinarem.Muito bom vale a pena divulgar.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Conheça as vantagens do tijolo ecológico www.imovelbrasil.net

Conheça as vantagens do tijolo ecológico
www.imovelbrasil.net

Vários fatores fazem uma construção ser mais sustentável, desde a hora do planejamento até a construção, a escolha de produtos e serviços mais sustentáveis são importantes para o processo. Além disso, deve-se pensar em como a casa se comportará nos anos seguintes.

Uma das opções para construções é o tijolo ecológico, que utiliza um sistema de produção mais sustentável ainda na fábrica e permite várias vantagens para o usuário, como o isolamento térmico e acústico, além de obras mais limpas. Os tijolos ecológicos são produzidos de maneira diferente dos tradicionais. O processo inicia com a peneiração da terra. Em seguida, é feito a mistura do solo, cimento e água no misturador. Depois de pronta, a mistura segue para a prensa hidráulica. São 6 toneladas de pressão que transformam a massa em tijolos ecológicos. Na sequência, os tijolos passam pelo processo de hidrocura, ou seja, são curados com água durante quatro dias até adquirirem a resistência adequada. Então, esse tipo de tijolo não é cozido em fornos, deixando de utilizar lenha e de emitir gases do efeito estufa.

Há muitas as vantagens da troca do tijolo convencional pelo tijolo ecológico. Ele diminui o tempo de construção (devido aos encaixes, que favorecem o alinhamento e prumo da parede) e deixa a estrutura mais segura: como as colunas são embutidas nos furos, a carga de peso é mais bem distribuída. Além disso, há redução no uso de madeiras nas caixarias dos pilares e vigas.

Com a utilização do tijolo ecológico, consegue-se atingir uma economia de 70% do concreto e argamassa de assentamento e de 50% de ferro. Ele possui maior durabilidade, podendo ser até seis vezes mais resistente que os convencionais. É de fácil acabamento, já que pode ser utilizado apenas com um impermeabilizante, podendo dispensar o uso de tintas e outros acabamentos. O assentamento dos azulejos também pode ser feito diretamente sobre os tijolos.

O material proporciona isolamento térmico e acústico, gerados pelos furos no meio dos tijolos, que formam câmaras de ar e as instalações hidráulicas e elétricas podem ser realizadas através dos furos.

Fonte (adaptado): http://www.imovelbrasil.net/noticias/Construcao/212-Conheca-as-vantagens-do-tijolo-ecologico.html

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

SOLO CIMENTO (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND)

Solo-cimento (Associação Brasileira de Cimento Portland)
http://www.abcp.org.br/conteudo/wp-content/uploads/2009/12/solo_cimento_21.jpgO solo-cimento é o material resultante da mistura homogênea, compactada e curada de solo, cimento e água em proporções adequadas. O produto resultante deste processo é um material com boa resistência à compressão, bom índice de impermeabilidade, baixo índice de retração volumétrica e boa durabilidade. O solo é o componente mais utilizado para a obtenção do solo-cimento. O cimento entra em uma quantidade que varia de 5% a 10% do peso do solo, o suficiente para estabilizá-lo e conferir as propriedades de resistência desejadas para o composto.
Praticamente qualquer tipo de solo pode ser utilizado, entretanto os solos mais apropriados são os que possuem teor de areia entre 45% e 50%. Somente os solos que contêm matéria orgânica em sua composição (solo de cor preta) não podem ser utilizados. O solo a ser utilizado na mistura pode ser extraído do próprio local da obra.
Solo-cimento na habitação
Em habitação, o solo-cimento pode ser utilizado segundo dois processos construtivos: o de paredes monolíticas e o da produção de tijolos ou blocos prensados. A escolha da técnica a ser utilizada depende das características de cada obra em particular. A sua principal aplicação é na construção de paredes, mas pode ainda ser utilizado na construção de fundações, passeios e contrapisos. Fonte: Projeto Habitar
Solo-cimento na pavimentação
Os pavimentos com base ou sub-base de solo-cimento são empregados no Brasil desde 1939, quando foi construída a estrada Caxambu-Areias, em empreendimento no qual a ABCP juntou-se ao DNER. Desde então, foram executados no país mais de 25.000 km com essa solução, um marco mundial. Mistura homogênea compactada, curada e endurecida de solo, cimento e água, pode empregar solos do próprio leito da futura base, misturados no local com equipamento pulvimisturador, ou usar solos selecionados, de jazida, misturados em usina central ou no próprio campo. O baixo custo inicial e a alta durabilidade são dois pontos fortes dessa alternativa. É indicado como base e sub-base de pavimentos flexíveis e de peças pré-moldadas de concreto e também sub-base de pavimentos de concreto. No campo rodoviário, serve também como contenção de encostas. Fonte: ABCP

Fonte: http://www.abcp.org.br/conteudo/basico-sobre-cimento/aplicacoes/solo-cimento (Associação Brasileira de Cimento Portland)

sábado, 10 de dezembro de 2011

Estudo aponta por que as empresas vão à falência




Saber o que pode dar errado na gestão do próprio negócio é tão importante quanto saber o que dá certo. Estudos realizados pelo Sebrae em São Paulo apontam a ausência de comportamento empreendedor e a falta de planejamento como os principais motivos que levam empresas brasileiras a fecharem as portas antes da hora. Segundo pesquisa realizada junto aos dados da Junta Comercial do Estado de São Paulo, 2.603.233 empresas foram abertas no estado de 1990 a 2008, mas 1.650.953 delas fecharam as portas antes de completarem 5 anos no mercado.

Deficiências

O que os especialistas do Sebrae concluiram é que não é possível atribuir um único fator à mortalidade das empresas. Em geral, as falências são consequência de um conjunto de problemas ou falhas na administração. Seis fatores foram identificados como as principais causas do fechamento prematuro de empresas:

1 - Ausência de comportamento empreendedor;

2 - Ausência de um planejamento prévio adequado;

3 - Deficiências no processo de gestão empresarial;

4 - Insuficiência de políticas públicas de apoio aos pequenos negócios;

5 - Dificuldades decorrentes da conjuntura econômica;

6 - O impacto de problemas pessoais sobre o negócio.

A pesquisa também trouxe uma boa notícia. O ambiente econômico está favorável em 2011 para a realização de novos negócios, por causa do controle da inflação e do crescimento da economia verificados no período.


fonte http://blogdosempreendedores.com.br/2011/01/07/estudo-aponta-por-que-as-empresas-vao-a-falencia/

domingo, 4 de dezembro de 2011

Relação completa de documentos exigidos no programa minha casa minha vida


Relação completa de documentos exigidos no programa minha casa minha vida

Relação de documentos exigidos no programa minha casa minha vida
by ALEXANDRE on 10/06/2011
A realização de um financiamento habitacional é uma forma das pessoas realizarem o sonho de adquirirem a tão desejada casa própria, por isso o governo federal para incentivar a construção de novas moradias e reduzir o déficit habitacional, disponibilizou um crédito para a aquisição de uma moradia digna, o programa minha casa minha vida.
Para a realização deste sonho há necessidade de entregar uma quantidade de documentos para que seja feita avaliação financeira e documental da real situação que o comprador e vendedor se encontram. A relação de documentos está descrita a seguir:
Do(s) Proponente(s): (original e cópia)
  1. Prova de estado civil:
  • Solteiro(a): Certidão de nascimento atualizada;
  • Casado(a): Certidão de casamento;
  • Divorciado(a)/separado(a): Certidão de casamento averbada;
  1. Carteira de identidade
  2. CPF
  3. Comprovante de renda: os 3 últimos holerites
  4. Carteira de trabalho
  • Identificação – frente e verso;
  • Contratos de trabalho;
  • Opção pelo FGTS;
  1. Comprovante de residência atualizado
  2. Declaração de imposto de renda atual
  3. Último comprovante de pagamento de água, luz, telefone, etc…
  4. Extrato dos 3 últimos meses de contas em outros bancos
  5. Pagamento da tarifa
Do(s) vendedore(s) – Casal, se for o caso (original e cópia)
  1. Prova de estado civil
  2. Carteira de identidade
  3. CPF
  4. Comprovante de residência
  5. Conta na caixa
Do imóvel
  1. Opção de compra e venda: Modelo da caixa econômica federal
  2. Matrícula do imóvel contendo: registro atual, ações reais e pessoais reipersecutórias)
  3. Certidão de logradouro: prefeitura
Da obra
  1. Projeto completo (aprovado)
  2. Alvará de construção
  3. ART (arquitetônico, execução e complementares)
  4. Matricula da obra no INSS: para obras acima de 69,99 m²
  5. Cronograma físico financeiro: modelo da caixa
  6. Memorial descritivo e especificações técnicas: modelo da caixa
  7. Orçamento discriminativo: modelo da caixa
  8. Declaração de esgoto e elétrica
Do construtor/responsável técnico (engenheiro civil ou arquiteto)
  1. Comprovante de estado civil
  2. Carteira de identidade (original e cópia)
  3. CPF (original e cópia)
  4. Carteira do CREA (original e cópia)
A análise realizada com as documentações do comprador se torna essencial para saber a quantia financiável de forma a avaliar se está apta a realizar o financiamento no programa minha casa minha vida. Existe uma taxa cobrada pela caixa econômica federal para a análise e entrada da documentação, tendo o valor de R$100,00.
Os processos de aquisição de terreno e construção, atualmente são considerados os mais demorados, pois o prazo médio de contemplação do financiamento é de quatro meses dependendo da cidade. Isto acontece pela necessidade de avaliação do terreno a ser executado feito pelos engenheiros da caixa, que com a grande demanda, não conseguem suprir o grande número de processos.
Após a avaliação e aval da caixa é que o proponente poderá dar entrada no projeto arquitetônico, que será avaliado e autorizado pela prefeitura municipal de sua localidade. O comprador deverá estar ciente do pagamento de eventuais taxas de registro de terrenos e averbações na matrícula que são exigência para o financiamento habitacional.
No geral todo o financiamento é burocrático e demanda muito tempo para ser contemplado, mas para as pessoas que necessitam é uma excelente forma de conquistar o sonho da casa própria.


Fonte: http://www.monteseuprojeto.com.br/relacao-completa-de-documentos-exigidos-no-programa-minha-casa-minha-vida/comment-page-1/#comment-252

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Patologias mais comuns associadas à tecnologia de estabilização de solos, com a adição ou não de resíduos. Acervo reunido pelo Grupo Geotemah/Coppe/UFRJ


Um dos piores problemas enfrentado pela tecnologia da estabilização (tijolos de solo estabilizado): a proliferação desenfreada de pequenas (mini) olarias a frio instaladas em locais totalmente inadequados como fundos de quintal, garagens em áreas residenciais, lotes irregulares e clandestinos e até nas calçadas, em regra funcionando com pessoal não qualificado, equipamento inadequado e sem controle de espécie alguma. Por outro lado, na maior parte das vezes o solo é obtido de jazidas não legalizadas...

Leia na integra pelo link


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

CONSTRUÇÃO de CASA de TAIPA DE PILÃO é tendência.

CONSTRUÇÃO de CASA de TAIPA DE PILÃO é tendência.


Casas erguidas em terra crua, no secular método de taipa de pilão e, ao contrário do que se imagina, são tão resistentes quanto a de blocos e bem mais que as dos cenários de Hollywood. Montoro integra a ABCTerra -- Associação Brasileira dos Construtores com Terra --, que pretende desfazer o preconceito e mostrar a durabilidade e a viabilidade comercial dessa técnica. "A taipa não consome energia. Um metro cúbico de tijolo queimado gasta 1.500 kW, além de poluir o ar na combustão", garante Montoro.
Em outros países, a tendência da moradia ecológica é cada vez mais abrangente. Na parte ocidental da Austrália, 20% das novas construções são de taipa de pilão. Em Grenoble na França, o grupo Craterre forma mestres em "arquitetura da terra" para atender à demanda do mercado. Em Amsterdã, na Holanda, várias empresas estão se especializando em revestimentos de resíduos orgânicos, ou seja, industrializando estruturas e coberturas feitas de restos e fibras de plantas. Há dez anos, Colômbia e Costa Rica adotam o bambu como estrutura em prédios. Na Universidade de Kassel, na Alemanha, o professor Gernot Minke exporta projetos de construção em barro. É um trabalho artesanal que agrada por suas formas artísticas. Já o arquiteto americano David Easton se preocupou em desenvolver um método para construir casas de taipa da maneira mais rápida possível. Adaptou o sistema de jatear concreto com mangueiras para erguer mansões de terra crua na Califórnia. "A construção com terra e outros materiais ecológicos não é uma recomendação romântica. É a vanguarda. Adotá-los é uma forma de diminuir o uso de recursos naturais e uma saída, se quisermos sobreviver sobre o planeta. E esse é o desafio das novas gerações", acredita a arquiteta Márcia Macul.
Fonte: Artigo da Ângela Klinke da revista ISTOÉ (N° Edição: 1558), colaboração de Eduardo Ferraz.



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Parede de painéis monolíticos de solo-cimento Por Célia Neves e Eduardo Salmar

Parede de painéis monolíticos de solo-cimento
Por Célia Neves e Eduardo Salmar

A construção com terra têm mostrado sua versatilidade através dos séculos. Em todos os recantos do mundo, as técnicas construtivas surgiram em quase todas as civilizações do passado e expandiram-se através das invasões e colonizações, comuns na história da Humanidade.
As técnicas nativas uniram-se às técnicas trazidas pelos estrangeiros e, com variadas combinações entre elas, passaram pelas devidas adaptações técnicas e culturais para atender às necessidades do Homem e de seu Ambiente Construído. Os antigos souberam como explorar as boas propriedades da terra e utilizá-la em belíssimas construções, muitas das quais sobreviveram até a atualidade, desafiando séculos da ação abrasiva de ventos e chuva.
http://www.forumdaconstrucao.com.br/materias/imagens/00449_01.jpg http://www.forumdaconstrucao.com.br/materias/imagens/00449_02.jpg
Figura 1 – Fortaleza de Bam – Irã Figura 2 – Cidade de Chanchán - Peru


As primeiras notícias sobre tentativas de formulação da tecnologia de construção com terra ocorreram no final do Século XIX, quando também se iniciaram programas de investigação científica sobre o assunto. Já no Século XX, a partir de promissores resultados obtidos do comportamento de misturas compactadas de terra3 e cimento, desenvolveram-se também investigações sobre o uso de terra estabilizada com aglomerantes químicos para a fabricação de tijolos e blocos prensados ou compactados e a execução de paredes monolíticas. No final da década de 70, o CEPED – Centro de Pesquisas e Desenvolvimento, Brasil, iniciou um projeto de investigação sobre o uso do solo-cimento compactado para execução de paredes de painéis monolíticos. O projeto contou de duas etapas distintas: o estudo do material e o desenvolvimento do sistema construtivo.

Neste projeto, o CEPED buscou definir parâmetros que assegurassem a qualidade do material com as características exigidas para sua utilização em edificações, tais como resistência, durabilidade, impermeabilidade e baixa condutividade térmica.

Em seguida, iniciou a etapa de transferência da tecnologia desenvolvida através da construção de diversas edificações, tanto em regime de auto construção como de administração direta, cursos de capacitação técnica, treinamento, assessoria e assistência técnica. Procurou avaliar os métodos de controle e os sistemas construtivos desenvolvidos e medir a produtividade.

Neste período, foram elaborados manuais técnicos, cartilhas e textos básicos para normas técnicas.

A partir das ações do CEPED relativas à transferência de tecnologia, empresas de projeto e construção, pública e privada, inclusive o CEPED, realizaram diversas obras utilizando o sistema de paredes de painéis monolíticos de solo-cimento.

Ao final da década de 90, contava-se com cerca de 100.000 m2 de área construída com solo-cimento no Brasil. Realizou-se então um projeto para avaliação pós-ocupação das edificações, cujo resultado certificou o uso apropriado da técnica construtiva, independente da região, do construtor e do regime de construção.

Atualmente, através de Talleres, o Projeto de Investigação PROTERRA do CYTED/HABYTED promove a divulgação e capacitação de técnicas de construção com terra, inclusive a de paredes monolíticas de solo-cimento, em diversos países ibero-americanos.

A TECNOLOGIA

A técnica de parede de painéis monolíticos de solo-cimento é fundamentada na técnica da taipa de pilão, denominada tapia apisonado ou tapial na maioria dos países de língua espanhola.

As modificações mais significativas em relação a taipa de pilão correspondem ao uso de moldes mais leves, de menores dimensões, a incorporação do cimento à terra e menores espessuras das paredes.

O SOLO-CIMENTO

O solo-cimento corresponde a uma mistura de terra, cimento e água que pode ser empregada para execução de fundações e paredes. A mistura, com baixo teor de água (umidade ótima do solo), é usada para fabricação de tijolos e blocos prensados, denominados BTC, ou compactado em moldes para execução de paredes de painéis monolíticos.

Os solos mais adequados são os que possuem as seguintes características:

• 100% passando na peneira 5 mm
• 50% a 95% de areia
• LL ≤ 45% (limite de liquidez)
• IP ≤ 18%
• ≤ 2 cm de retração no ensaio da caixa http://www.forumdaconstrucao.com.br/materias/imagens/00449_03.jpg


A mistura dos materiais pode ser manual ou mecânica. Adiciona-se o cimento à terra, destorroada e peneirada, até obter coloração uniforme. Se necessário, coloca-se água aos poucos, até obter uma mistura com a umidade adequada.

A verificação da umidade da mistura é feita com razoável precisão pelo teste do bolo, que consiste em tomar um punhado da mistura e apertá-la entre os dedos e a palma da mão: ao abrir a mão, o bolo deverá ter a marca deixada pelos dedos; deixando-se cair o bolo de uma altura aproximada de 1m sobre uma superfície dura, ele deverá esfarelar-se ao chocar-se com a superfície.

A quantidade de cimento varia em função das características da terra. Desde que a terra tenha sido previamente selecionada, pode-se usar a proporção de 1 volume de cimento para 15 volumes de terra. A tabela abaixo indica o consumo de material para diversas proporções.


Tabela 1 – Consumo de material para solo-cimento
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DESCRIÇÃO DA TÉCNICA CONSTRUTIVA

A parede é executada com painéis, travados verticalmente entre si, moldados no local, com auxílio de guias verticais, moldes e outros acessórios. Para o pé direito até 2,80 m, a espessura da parede é de 12 cm.
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Figura 3 – Vista geral da construção


As guias verticais podem sem: perdidas, pois ficam embutidas na parede e são geralmente de concreto armado; ou recuperadas, pois são retiradas após a conclusão do painel e são geralmente de madeira. No sistema de guias recuperadas, o painel executado serve como guia para o painel seguinte.

Os moldes, geralmente de madeira – laminado fenólico com 18 mm de espessura, são fixados às guias por meio de parafusos de aço, com diâmetro de 2,5 cm (1/2’).

Para construir os painéis, fixam-se duas guias verticais aprumadas, onde deslizam os moldes, presos entre si por parafusos. No espaço limitado pelos moldes e guias compacta-se a mistura de terra e cimento, em camadas com altura igual ou inferior a 20 cm até o completo enchimento do molde.

A desmoldagem é feita logo após a compactação, podendo o molde, em seguida, ser fixado para compactação do bloco imediatamente superior ao recém-moldado e assim sucessivamente, até atingir a altura total da parede.

No caso de paredes perpendiculares entre si, fazem-se três rasgos verticais no painel executado, os quais servirão de guias; os dois rasgos externos guiam a molde e o do meio garante o encaixe responsável pela articulação do painel.

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Figura 4 – Guias verticais Figura 5 – Molde e guias Figura 6 – Compactação

A cura do solo-cimento é feita molhando a parede 3 vezes ao dia, durante 7 dias após executada.

A fundação também pode ser executada com solo-cimento em sapata corrida. Abre uma cava ao longo de toda parede e compacta a mistura na cava, em camadas com altura igual ou inferior a 20 cm.

TALLER DE PAREDES DE PAINÉIS MONOLÍTICOS

O PROTERRA foi convidado a participar da III Jornada Taller de Transferencia Tecnológia 2003. Aportes para el Hábitat Popular em conjunto com a Rede XIC.C.- Red Iberoamericana sobre Transferencia y Capacitación Tecnológica para la Vivienda de Interés Social, realizado no período de 27 a 30 de agosto de 2003, em Assunção. Paraguay. A participação do Proterra consistiu na apresentação de uma palestra com o tema “Seleção de solos apropriados para construção com terra” e a atividade de capacitação através da construção de um muro, em esquina, com o sistema de painéis monolíticos de solo-cimento.

A Taller foi realizado com dois instrutores, membros do PROTERRA, especialistas em paredes de painéis monolíticos de solo-cimento. Assistiram cerca de 300 pessoas principalmente professores e estudantes universitários e agentes comunitários.

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Figura 7 – Compactação do painel monolítico Figura 8 – Acabamento no topo

Durante três dias, os participantes fizeram moldes, prepararam e compactaram a mistura de solo-cimento nos moldes e se interaram de vários procedimentos próprios da construção de painéis monolíticos.

Em seguida, um professor universitário, estimulado e devidamente capacitado durante o taller, com a colaboração de seus alunos e membros de uma comunidade, construiu uma casa para crianças abandonadas no distrito de Luque, próximo da cidade de Assunção, Paraguay.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Programa do GUGU entregou no Domingo (18) a casa da “Mãe Terezinha”

Programa do GUGU entregou no Domingo (18) a casa da “Mãe Terezinha”, senhora conhecida na cidade de Osvaldo Cruz-SP pelo trabalho que desenvolveu por anos no conselho tutelar da cidade, ganhando assim esse carinhoso apelido.
Assista agora a entrega da casa e veja como os Tijolos Ecológicos deram um toque especial na obra.


http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=N1YaiecICbA

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Caixa Economica Federal aprova os Ecotijolos de Solo-cimento

Caixa Economica Federal aprova os Ecotijolos de Solo-cimento
27/11/2009 por Arlindo Modesto
O Projeto Tecnologias Alternativas para Habitação de Baixo Custo – THABA, resultado de um Convênio CAIXA e Centro de Pesquisas e Desenvolvimento do Estado da Bahia – CEPED representou o marco inicial, no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação, na busca de um sistema construtivo totalmente voltado para a baixa renda, podendo ser utilizado, com certa facilidade em processos de auto-ajuda e auto construção.

Na busca de soluções simplificadas o estudo foi conduzido em etapas, mediante acúmulo de informações e conclusões, que englobaram testes laboratoriais e otimização do sistema construtivo.

Como resultado desse trabalho criterioso foi desenvolvida uma cartilha, com conteúdo simples e objetivo, intitulada “Cartilha para construção de paredes monolíticas de solo-cimento”. Seu conteúdo ensinava o emprego desse material de fácil obtenção, terra natural, cimento e água, com critérios bastante intuitivos para escolha do solo, controle de umidade, e compactação da mistura, sem a necessidade de sofisticados testes laboratoriais.

Os resultados foram tão promissores, com redução de custos de até 40% em relação a construção convencional, que buscou-se outras alternativas construtivas usando o solo-cimento como insumo básico.


Junto à COHAB-SP, Companhia Metropolitana de Habitação, e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT, a CAIXA realizou duas experiências. Na primeira, com máquina automática, produziu-se tijolos maciços e acompanhou-se a construção de cinqüenta protótipos, obtendo-se custos bastante inferiores ao convencional e resultados, quanto a qualidade e desempenho, excelentes. A segunda, envolvendo os mesmos participantes, com blocos de solo-cimento e máquina automática mostrou uma produtividade elevada de mão de obra e redução de custos bastante animadoras.

A consolidação dessa tecnologia como uma alternativa viável para a produção de habitações de interesses social ocorreu pela maciça divulgação feita pela CAIXA junto as Prefeituras e Associações de moradores, muitas vezes com a assistência técnica do IPT e do CEPED ou de engenheiros e arquitetos do quadro da CAIXA.

Hoje, todas as alternativas tecnológicas descritas encontram-se normalizadas na Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

Atual estágio das pesquisas
Atualmente a principal linha de pesquisa concentra-se na produção de um cimento, a partir de resíduos industriais. Pesquisadores da COPPE/UFRJ, acabam de desenvolver um cimento, com base em resíduos sólidos, cujo processo de produção consome trinta vezes menos energia que o método tradicional e o custo de fabricação com cerca de 50% (cinquenta por cento) menor do que o usualmente produzido, conforme informações contidas no endereço http://www.planeta.coppe.ufrj.br/noticias/noticia000057.html.
O trabalho denominado Auto-construção para população de baixa renda, desenvolvido na COOPE/UFRJ sob a coordenação do Prof. Francisco Casanova, foi selecionado entre 400 outros trabalhos provenientes do Brasil e apresentado na Reunião Anual da UNESCO realizada em Paris em outubro de 2001, onde foi exaustivamente parabenizado pelos presentes àquele evento.
Entusiasmados com a aplicação da técnica em favelas e bairros da periferia do Estado do Rio de Janeiro e atentos ao benefício que esta pode trazer à população de países pobres com alto índice de déficit habitacional, membros da Diretoria da UNESCO demonstraram interesse em firmar um convênio com a COPPE para possibilitar a utilização deste método em outros países.
Esse trabalho contou com o apoio do Programa HABITARE.
Para informações, entre em contato com a CAIXA.
Fonte: site da Caixa Econômica Federal

terça-feira, 18 de outubro de 2011

TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

Aos amigos do grupo solo cimento, encontrei um trabalho muito interessante para aumentar nosso conhecimento, TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL, incluindo solo cimento, para que interessar segue o link.

http://pt.scribd.com/doc/69067422/Tecnicas-de-Construcoes

Salvei no nosso skydrive do grupo